Aplicação foliar de silício no milho 2a safra: Influência na produtividade

Matheus Felipe Munaro; Ana Paula Morais Mourão Simonetti

  • Matheus Felipe Munaro
  • Ana Paula Morais Mourão Simonetti
Palavras-chave: Silicato de potássio; rendimento dos grãos; Zea mays.

Resumo

O milho é o cereal mais produzido e consumido no mundo, sua utilização está ligada como insumo principal na produção de proteína animal, na alimentação humana e também na produção de biocombustíveis. A partir dessa alta necessidade em produzir o cereal, o objetivo é de avaliar a influência de diferentes doses de silício via aplicação foliar na cultura do milho, sendo utilizada a cultivar 30A37PW, na safrinha 2016, na cidade de Santa Helena - PR. O delineamento utilizado é de blocos casualizados, (DBC), com 5 doses de K2SiO3 (0; 0,75; 1,5; 2,25 e 3 Lha-1) em duas aplicações, sendo essas realizadas, nas fases V2 e V4, em quatro repetições. As primeiras avaliações foram feitas aos 30 dias após o plantio, sendo avaliadas: massa fresca da raiz (Kg), da planta inteira (Kg) e o comprimento da parte aérea (m). Na colheita, foi avaliada a produtividade (Kg ha-1), massa de mil grãos (g) e número de grãos por espiga. Os dados foram submetidos a análise de variância e ajustados a regressão, com o auxílio do pacote estatístico ASSISTAT. De acordo com os resultados obtidos, conclui-se que a utilização de silicato de potássio via foliar no milho influenciou no desenvolvimento inicial da cultura nos parâmetros, massa fresca da raiz e da planta inteira, e na produtividade e número de grãos por espiga, sendo as duas aplicações de 2,25 L ha-1 de K2SiO3 a dose mais indicada.

Publicado
2021-01-18