Teor de umidade na germinação de sementes de pitangueira em dois ambientes

Kelli Pirola; Marcelo Dotto; Darcieli Aparecida Cassol; Américo Wagner Júnior; Idemir Citadin

  • Kelli Pirola
  • Marcelo Dotto
  • Américo Wagner Júnior
  • Idemir Citadin
Palavras-chave: Eugenia uniflora; propagação sexuada; fruteiras nativas.

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do teor de umidade sobre a germinação de sementes de pitangueira (Eugenia uniflora) em dois ambientes. Foram realizados dois experimentos, sendo que no experimento 1 submeteram-se as sementes à desidratação lenta em estufa a 22°C por períodos de 0, 6, 24, 48, 72, 96 e 144 horas e colocadas para germinar em casa de vegetação. No experimento 2, foram colocadas à desidratação lenta em estufa a 25°C por períodos de 0, 6, 12, 24, 36, 48, 72 e 96 horas e colocadas para germinar dentro do laboratório em condições naturais. As sementes de cada tratamento foram semeadas em caixas Tetra Pak®, contendo como substrato areia. Foram analisadas a percentagem de germinação e o índice de velocidade de emergência (IVE). Os resultados de germinação e IVE não foram estatisticamente significativos entre os tratamentos do experimento 1, porém no experimento 2 observou-se redução linear decrescente para estas variáveis, uma vez que neste experimento as sementes apresentaram menor teor de umidade em comparação ao experimento 1. Os teores de umidade influenciaram na germinação de sementes de pitangueira, não sendo recomendada na semeadura e conservação quando as mesmas apresentarem teores de umidade inferior a 50%.

Publicado
2021-01-18