Época de aplicação de bioestimulante na cultura do trigo

Gido Langhorst Portella; Jimmy Walter Rasche Alvarez; Julio Cesar Karajallo Figueredo; Simeón Aguayo Trinidad

  • Gido Langhorst Portella
  • Jimmy Walter Rasche Alvarez
  • Julio Cesar Karajallo Figueredo
  • Simeón Aguayo Trinidad
Palavras-chave: Stimulate®; regulador de crescimento; reguladores vegetais; Triticum aestivum.

Resumo

A utilização de reguladores e bioestimulantes vegetais como técnica agronômica buscando aperfeiçoar a produção das culturas tem sido bastante usada nos últimos anos, no entanto, ainda existe pouca informação regional sobre a eficiência dos biostimulantes na produção de trigo. O experimento foi realizado no município de San Alberto (Paraguai), em condições de campo, em um Ultisol, com textura argilosa. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com oito tratamentos em arranjo trifatorial 2x2x2, onde o fator 1 foi à aplicação ou não do bioestimulante na semente; o fator 2 a aplicação ou não de bioestimulante no inicio do perfilhamento e o fator 3: a aplicação ou não de bioestimulante no inicio da floração. Foi analisada altura de planta, número de espigas por m2, número de grãos por espiga, rendimento de grãos, peso hectolítrico e massa de 1000 grãos de trigo. Não se observou efeito significativo da aplicação de bioestimulante em nenhuma das variáveis analisadas. A altura de planta variou entre 70,6 cm a 71,4 cm, houve entre 351,3 a 361,1 espigas por m2 e 37,3 a 38,4 grãos por espigas. O rendimento de grãos de trigo em media oscilou entre 3408 kg ha-1 a 3604 kg ha-1, o peso hectolítrico entre 77,8 a 78,5 g hL-1 e a
massa de 1000 grãos variou entre 31,0 a 31,9 g. De acordo com os resultados obtidos, a cultura do trigo não responde positivamente á aplicação de bioestimulante, seja aplicado na semente, no perfilhamento ou na floração.

Publicado
2021-01-18