Conservação de sementes de taperebá (Spondias mombin L., Anacardiaceae)

Bárbara Rodrigues de Quadros; Olívia Domingues Ribeiro; Orlando Maciel Rodrigues Júnior; Walnice Maria Oliveira do Nascimento; Claudio Cavariani; Evilin Nascimento Costa

  • Bárbara Rodrigues de Quadros
  • Olívia Domingues Ribeiro
  • Orlando Maciel Rodrigues Júnior
  • Walnice Maria Oliveira do Nascimento
  • Claudio Cavariani
  • Evilin Nascimento Costa
Palavras-chave: Armazenamento; emergência; qualidade fisiológica de sementes.

Resumo

As sementes de taperebá (Spondias mombin L.), também conhecido como cajá, são consideradas ortodoxas, e a emergência lenta e desuniforme das plântulas é observada em condições normais de semeadura em viveiro, fato que demanda ampliação do conhecimento sobre os fatores que interferem na sua conservação. Assim, o trabalho teve por objetivo verificar o efeito do tempo de conservação sob diferentes ambientes na manutenção da qualidade fisiológica das sementes. Endocarpos de taperebá foram armazenados em três ambientes: temperatura ambiente, geladeira e freezer. Antes do armazenamento e a cada período de 60 até 360 dias, os endocarpos foram submetidos a avaliações periódicas no teor de água, porcentagem de emergência e no vigor das plântulas. O delineamento experimental foi em esquema fatorial 3x7 (ambientes x tempo de armazenamento: 0, 60, 120, 180, 240, 300 e 360 dias), com quatro repetições de 50 sementes cada. As médias foram comparadas utilizando-se o teste de Tukey a 5%. Observou-se redução no desempenho germinativo das sementes de S. mombin quanto maior o período de armazenamento. O armazenamento na temperatura ambiente causa menores perdas na qualidade fisiológica das sementes ao longo
do período de armazenamento.

Publicado
2021-01-18