Eficiência de herbicidas na germinação de sementes de Digitaria insularis

Vanessa Felix Vaz; Jenifer Karine Gish; Gabriel Rohrer Pereira; Flávia Bordignon; Sarah Romani; Vandeir Francisco Guimarães

  • Vanessa Felix Vaz
  • Jenifer Karine Gish
  • Gabriel Rohrer Pereira
  • Flávia Bordignon
  • Sarah Romani
  • Vandeir Francisco Guimarães
Palavras-chave: Capim-amargoso; mecanismos de ação; emergência.

Resumo

O experimento foi realizado no laboratório de sementes da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), campus de Marechal Cândido Rondon. O objetivo deste trabalho foi avaliar a germinação de sementes de Digitaria insularis com a utilização de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com cinco repetições, e oito tratamentos: 1- trifluralina, 2- atrazina, 3- oxiflorfen, 4- diclosulan, 5- clorimuron, 6- flumioxazim, 7- clomazone, 8- água. Cada repetição foi composta por 25 sementes, as sementes foram colocadas em gerbox contendo papel filtro onde foi aplicado os tratamentos, em seguida condicionadas em BOD, em condição de temperatura de 30o C e fotoperíodo de 12 horas. A avaliação foi realizada no oitavo dia, com a contagem das sementes germinadas. Os dados foram submetidos ao Teste de Tukey a 5% de significância e analisados no programa estatística SISVAR. O tratamento flumioxazim apresentou um melhor desempenho, chegando a 81% de plantas não germinadas. Os tratamentos que apresentaram valores mais altos de germinação foram: diclosulan, atrazina e água evidenciando uma baixa eficiência no uso desses herbicidas no controle da germinação de sementes de Digitaria insularis.

Publicado
2021-01-15