Vigor e germinação de feijão submetido a armazenamento com três diferentes umidades

Jeferson Carlos Carvalho; Clair Aparecida Viecelli; Daniele Aline Portz; Émerson Toshiharo Tanoue Gibbert; Helder Victor Looks; Leonardo Borghetti Calixto

  • Jeferson Carlos Carvalho
  • Clair Aparecida Viecelli
  • Daniele Aline Portz
  • Émerson Toshiharo Tanoue Gibbert
  • Helder Victor Looks
  • Leonardo Borghetti Calixto
Palavras-chave: Phaseolus vulgaris; qualidade de sementes; desempenho de plântulas.

Resumo

A cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) tem grande importância socioeconômica para o Brasil, por ser um dos principais componentes da alimentação. O objetivo deste trabalho foi observar a melhor umidade relativa no armazenamento, visando conservar as qualidades fisiológicas da semente de feijão. O experimento foi conduzido no laboratório de Fitopatologia da PUC-PR, localizado em Toledo/PR. O trabalho foi realizado em um delineamento fatorial 2x3, sendo 2 tempos de armazenamento (0 e 90 dias) e 3 teores de umidade (12, 14 e 16 %UR), cada uma com 4 repetições. As variáveis analisadas foram a massa de mil sementes (MMS), germinação (GER), condutividade elétrica (CE), envelhecimento acelerado (EA) e desempenho de plântula (DP). Os dados foram tabulados e submetidos a estatística no programa Sisvar. Os resultados obtidos mostram que o tempo de armazenamento reduz a qualidade das sementes e que a umidade do lote é um fator determinante. Conclui-se que para todas as variáveis avaliadas a umidade de 12% foi a melhor, demonstrando que conforme se eleva a umidade da massa de sementes a sua qualidade reduz com maior velocidade, o que nos mostra que quanto maior for o tempo de armazenagem se deve ter uma umidade reduzida para que este lote não perca sua qualidade e viabilidade.

Publicado
2021-01-15