Levantamento fitossociológico de plantas daninhas em LATOSSOLO cultivado com diferentes culturas de inverno em função dos manejos químico e mecânico

Poliana Ferreira da Costa; Jeferson Tiago Piano; Loreno Egídio Taffarel; Paulo Sérgio Rabello de Oliveira; Marcos Vinícius Mansano Sarto; Caroline Quinhones Fróes; Edmar Soares de Vasconcelos

  • Poliana Ferreira da Costa
  • Jeferson Tiago Piano
  • Loreno Egídio Taffarel
  • Paulo Sérgio Rabello de Oliveira
  • Marcos Vinícius Mansano Sarto
  • Caroline Quinhones Fróes
  • Edmar Soares de Vasconcelos
Palavras-chave: plantas invasoras; frequência; plantio direto

Resumo

A realização deste trabalho teve o objetivo de identificar a composição florística de comunidades de plantas daninhas presentes em área agrícola, cultivada com culturas de inverno sob os manejos químico e mecânico. O trabalho foi desenvolvido em área experimental da Universidade Estadual do Oeste Paraná - Campus Marechal Cândido Rondon, em LATOSSOLO VERMELHO Eutrófico (LVe), com delineamento de blocos casualizados em esquema de faixas, com três repetições. Os tratamentos foram constituídos de quatro diferentes culturas de inverno (aveia IPR 126, crambe FMS Brilhante, Nabo forrageiro cultivar comum e trigo BRS Tarumã) e os diferentes manejos (químico com uso de glifosato-sal de isopropilamina e mecânico utilizando-se rolo faca). Para caracterização e estudo fitossociológico da comunidade infestante foi utilizado, como unidade amostral, um quadro vazado (0,50 x 0,50 m), lançado aleatoriamente dentro de cada parcela (método do quadrado inventário). As plantas daninhas foram identificadas e quantificadas, para determinação das seguintes características: densidade, frequência, abundância, densidade relativa, frequência relativa, abundância relativa e o índice de valor de importância (IVI). Foram identificadas 16 espécies de plantas daninhas na área, distribuídas em 11 famílias botânicas, destacando-se as famílias Poaceae e Asteraceae, O Crambe abyssinica Hochst apresentou a maior abundância relativa (56,36), devido a época de manejo, realizada praticamente no fim do ciclo da cultura, favorecendo o banco de sementes do solo. A presença de plantas daninhas no manejo químico foi menor quando comparada ao manejo mecânico.

Publicado
2020-12-17