Variação do nível do lençol freático no crescimento de plantas daninhas

Doglas Bassegio; Reginaldo Ferreira Santos; Deonir Secco; Samuel Nelson Menegari de Souza; Luiz antonio Zanão Junior; Sidnei Osmar Jadoski

  • Doglas Bassegio
  • Reginaldo Ferreira Santos
  • Deonir Secco
  • Samuel Nelson Menegari de Souza
  • Luiz antonio Zanão Junior
  • Sidnei Osmar Jadoski
Palavras-chave: Banco de sementes; lençol freático; capilaridade.

Resumo

O objetivo do trabalho foi avaliar o crescimento de plantas daninhas presentes em um banco de sementes de um Latossolo vermelho distroférico típico, textura argilosa em pousio sob variação do nível do lençol freático. O estudo foi realizado em casa de vegetação em um conjunto de lisímetro de drenagem de lençol constante que permitiam a subirrigação com níveis de lençol freático em seis profundidades: 0,10; 0,15; 0,25; 0,35; 0,45 e 0,55m, em delineamento inteiramente casualizado em duas épocas distintas de avaliação. Os parâmetros fenométricos analisados foram: espécies de plantas, número de plantas, altura de plantas,
massa fresca e seca de plantas. As espécies encontradas neste solo foram: trevo (Oxalis latifolia), picão-branco (Galinsoga parviflora), caruru (Amaranthus spp.), alho-bravo (Nothoscordum gracile), beldroega (Portulaca oleracea) e capim milhã (Digitaria sanguinalis). O trevo (Oxalis latifolia) cresceu em todos os níveis de lençol freático nas duas épocas avaliadas. O capim-milhã (Digitaria sanguinalis), beldroega (Portulaca oleracea) e picão-branco (Galinsoga parviflora) germinaram somente nos níveis 0,10m a 0,25m. O alhobravo (Nothoscordum gracile) que possui reprodução vegetativa cresceu em níveis de 0,15m
a 0,45m de lençol freático nas duas épocas sucessivas.

Publicado
2020-12-10