Produção de mudas de Dioscorea bulbifera L. em função do tamanho dos propágulos

João Paulo Tadeu Dias; Keiko Takahashi; Elizabeth Orika Ono; Lin Chau Ming

  • João Paulo Tadeu Dias
  • Keiko Takahashi
  • Elizabeth Orika Ono
  • Lin Chau Ming
Palavras-chave: Cará-do-ar; multiplicação; gemas; brotação.

Resumo

O objetivo deste trabalho foi propor uma alternativa na propagação do cará-do-ar, propiciando maior velocidade na formação da planta, uniformidade e rendimento dos propágulos, no período de maio a novembro de 2010. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com sete repetições. Os tratamentos constaram de três tipos de propágulos: T1= Tubérculo aéreo inteiro; T2= Metade do tubérculo aéreo (1/2), T3= um quarto do tubérculo aéreo (1/4). Após aproximadamente 155 dias foram avaliadas as seguintes características: porcentagem de emergência de brotos (cerca de 120 dias após o plantio), número de folhas, número de raízes, comprimento da maior raiz, comprimento da haste principal, área foliar, massa fresca da parte aérea, massa seca da parte aérea, massa fresca de raiz e massa seca de raiz. O uso de tubérculo aéreo inteiro, bem como metade do tubérculo aéreo foi favorável à propagação do cará-do-ar. Contudo, em casos onde há falta de material propagativo, pode se utilizar um quarto do tubérculo aéreo como propágulo. Os resultados apontam a necessidade de outros estudos, os quais podem contribuir para a melhoria do método de propagação do cará-do-ar.

Publicado
2020-12-09