Inoculação com Rhizobium tropici e uso do nitrogênio na base e por cobertura na cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.)

Anderson Bellaver; Regiane Slongo Fagundes

  • Anderson Bellaver
  • Regiane Slongo Fagundes
Palavras-chave: Fixação biológica de macronutriente; produtividade do feijão; adubação nitrogenada.

Resumo

O Feijoeiro apresenta a propriedade de fixar o nitrogênio da atmosfera quando em simbiose com bactérias do gênero Rhizobium, o que pode contribuir pra a redução do uso de fertilizantes nitrogenados, com o objetivo de avaliar a produtividade do feijoeiro inoculado com estirpe de de Rhizobium tropici (SEMIA 4080) e a adubação mineral com nitrogênio (N), utilizou-se um delineamento experimental em blocos ao acaso, em esquema fatorial 2x2x2, com 4 repetições. Foram aplicados dois níveis de adubação nitrogenada, na base (0 e 10 kg.ha-1) aplicado no sulco de semeadura, e em cobertura (0 e 40 kg.ha-1) na forma de uréia (45% de N total); dois níveis de inoculante (0 e 200 gramas para 40 kg de semente) misturados às sementes; e a interação entre N mineral e a inoculação. Avaliaram-se: número de vagens por planta; número de grãos por planta; número de grãos por vagem; peso de 100 grãos (g) e produtividade de grãos (kg.ha-1). Os resultados indicaram que a prática da inoculação resultou em médias que variaram entre 2.061 a 2.353 kg.ha-1. O uso da adubação nitrogenada na base e em cobertura pode ser dispensada sem que haja diminuição expressiva de produção.

Publicado
2020-12-07