Controle de mancha branca na cultura do milho com diferentes manejos e suas implicâncias na produtividade
Bárbara Caroline de Souza
Ana Paula Morais Mourão Simonetti
Palavras-chave:
Zea mays; biofungicida; fungicida; indutor de resistência; mancha branca
Resumo
Resumo: Considerando a importância do milho (Zea mays L.) como uma das principais commodities agrícolas em nível mundial, tornou-se essencial o desenvolvimento de estratégias eficazes e ambientalmente sustentáveis para o manejo de doenças fúngicas que afetam essa cultura. Diante disso, o presente experimento teve como objetivo avaliar a eficácia de diferentes estratégias de manejo com a utilização de produtos químicos e biológicos no controle da mancha branca (Phaeosphaeria maydis) na cultura do milho e suas implicâncias na produtividade. O estudo foi conduzido na safra de 2025, no período de 7 de fevereiro a 20 de julho, em delineamento em blocos casualizados (DBC), composto por quatro tratamentos com seis repetições cada. Os tratamentos avaliados foram: T1 – Testemunha; T2 – Fungicida Primordim® (0,2 L ha⁻¹); T3 – Biofungicida Exímio® (0,62 L ha⁻¹); e T4 – Exímio® + Elision® (0,62 L ha⁻¹). Foram analisados a incidência da mancha branca nas fases VT e R3, a produtividade e a massa de mil grãos. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA), e as médias comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de significância, utilizando-se o software estatístico ASSISTAT. Os resultados demonstraram que os tratamentos com produtos biológicos e indutores de resistência apresentaram maior eficiência no aumento da produtividade e melhor sanidade foliar em relação à testemunha.