Diferentes plantas de cobertura e sua influência no desenvolvimento do Capim Amargoso (Digitaria insularis)

Patricia Prestupa Rodrigues; Ana Paula Morais Mourão Simonetti

  • Patricia Prestupa Rodrigues CENTRO UNIVERSITARIO FAG
  • Ana Paula Morais Simonett
Palavras-chave: Palavras-chave: Avena sativa; Urochoa brizantha; Fagopyrum esculentum.

Resumo

Resumo: Nos dias atuais, preocupa-se muito com o uso excessivo de agrotóxicos utilizados na produção de alimentos. Com o grande aumento na população mundial, demanda-se de uma grande quantidade de alimentos produzidos, o que se torna um desafio, produzir em quantidade e com qualidade. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar a interferência de plantas de cobertura no desenvolvimento inicial do capim amargoso. O experimento foi realizado na casa de vegetação no CEDETEC, no Centro Universitário Assis Gurgacz, em Cascavel – PR, foi montado em Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC), sendo quatro tratamentos: T1- Testemunha, T2 – Aveia (Avena sativa), T3 – Brachiaria (Urochoa brizantha) e T4- Trigo Mourisco (Fagopyrum esculentum), e sete repetições de cada. O extrato foi extraído de sementes dessas cultivares na concentração de 5%. Os parâmetros avaliados foram a porcentagem de emergência, comprimento de plântula e massa fresca. Os dados foram submetidos a análise de variância (ANOVA) e, as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de significância, com o auxílio do programa ASSISTAT. Conclui-se que o extrato de aveia e trigo mourisco reduziram a emergência do capim amargoso, enquanto a massa fresca e o comprimento de plântulas não foram afetados pelos extratos em comparação com a testemunha. Assim, a aveia e o trigo mourisco podem ser uma boa alternativa de rotação de cultura, já que prejudicam a emergência dessa planta daninha.

Publicado
2021-05-31