Comportamento inicial de híbridos de milho para grão e milho para silagem em consórcio com Brachiaria ruziziensis

Elias Kalaf Filho; Ana Paula Morais Mourão Simonetti

  • Elias Kalaf Filho
  • Ana Paula Morais Mourão Simonetti
Palavras-chave: Zea mays; percentual de emergência; integração lavoura pecuária

Resumo

Objetivou-se por meio deste trabalho avaliar o comportamento de um híbrido de milho para silagem e um híbrido de milho para produção de grão em seu desenvolvimento inicial quando utilizado o consórcio e semeadura em mesma operação com Brachiaria ruziziensis. O experimento foi conduzido na Agrotec - Escola Tecnológica Agropecuária – na cidade de Cascavel-PR, com semeadura realizada no dia 08 de outubro de 2019 e coleta dos dados realizada no dia 31 de outubro de 2019. O delineamento experimental foi em blocos casualizados (DBC), sendo composto por quatro tratamentos e seis blocos, totalizando 24 parcelas experimentais de 3,5 m por 5 m. Os tratamentos foram: T1: milho grão (Sempre 22S18 PRO3), T2: milho silagem (Agroceres 8480 PRO3), T3: milho grão (Sempre 22S18 PRO3), x Brachiaria ruzizienses e T4: milho silagem (Agroceres 8480 PRO3) x Brachiaria ruzizienses. Os parâmetros avaliados foram porcentagem de plantas emergidas por m2, comprimento de plântula, massa fresca da raiz, massa fresca da parte aérea, massa seca da raiz e massa seca da parte aérea. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e as médias comparadas pelo Teste de Tukey a 5% de significância com auxílio do programa estatístico SISVAR 5.6. Conclui-se nas condições em que esse experimento foi conduzido que, a Brachiaria ruzizienses semeada simultaneamente e cultivada nas entrelinhas do milho grão e milho silagem não interferem no desenvolvimento inicial da cultura.

Publicado
2021-01-22